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E enquanto...

...a Clau faz 89689068956 postagens sobre a ex-teoria (?) RAB=Dumbledore, eu fico com a difícil (?) tarefa de escrever a parte inútil (?) do blog. Ou seja, está na hora das...

 

*música da Twenty Century Fox*

 

Notícias que você MERECE ler!

 

Aí, eis que eu entro no Potterish, né? Aí leio a seguinte manchete: RUMOR: homens correm nus durante filmagens de EdP. Sem mais. Segue a matéria:

 

O tablóide The Sun reportou que dois homens interromperam as filmagens de Harry Potter e o Enigma do Príncipe em Farnham, Surrey, na Inglaterra, fazendo uma inesperada aparição: correndo completamente nus.

 

O jornal diz que eles correram por entre pequenos arbustos durante uma cena ao ar livre, da qual os astros Daniel Radcliffe e Helena Bonham Carter estavam participando. The Sun afirma que os atores fugiram para seus respectivos trailers enquanto os seguranças seguiam os homens.

Quando as filmagens foram retomadas, a dupla voltou e produziu sons de macacos. Uma fonte do jornal disse: “Ver corpos pelados foi engraçado - mas a piada perdeu a graça”.

Vale lembrar que ainda não houve nenhuma confirmação por parte da Warner e que o The Sun é uma fonte quase sem credibilidade.

Dessa forma, essa notícia deve ser encarada como um grande rumor à la Rita Skeeter. Ainda assim, mesmo se for verdadeiro, não se sabe que cena poderia estar sendo filmada. Algum palpite?

 

Gente, eu nem sei por onde começar. Acho que a foto da matéria já é hilária o suficiente:

 

HUAUHAUHAUHAUHAUHAHUA! Morri, ploft.

 

Olha, se eu acreditasse no The Sun (assim, como quem acredita em Papai Noel e Coellhinho da Páscoa, sabe?) eu JURO que já estaria pegando o primeiro vôo pra Inglaterra para apertar as mãos dessas duas criaturas divinas. Afinal, QUEM não gostaria de invadir as gravações de HP e fazer A ZONA, ainda espantar o Dãã pra dentro do camarim, ainda encurralar a Helena B.C. pra pegar um autógrafo? Gente, sonho-de-infância.

 

Agora, o que eu não entendo, definitivamente, é a pelação de saco do Ish. Me processem, mas eu acho TOSCO mesmo. Enquanto eu quase realizei meu sonho-de-infância, eles só querem saber qual cena foi filmada no dia. Tipo, ¬_¬. Qual a diferença se a gente sabe que nada mudou mesmo? Eu não estaria interessada em uma gravação da Warner nem se colocassem uma perna saindo da cabeça da Hermione. Afinal, isso já é provável mesmo.

 




- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 17h16
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Uma outra visão sobre R.A.B. - Parte final

- Algumas dúvidas possíveis:


- Porque Dumbledore assinou o medalhão com as iniciais de Regulus se Voldemort praticamente o tinha visto morrer? Isso não adiantaria nada em seu plano inicial de que Voldemort visse o medalhão falso e achasse que Regulus o tinha roubado, já que isso teria sido impossível.

Na verdade, não foi exatamente isso.
Dumbledore sabia que Voldemort iria saber, assim que lesse o bilhete, que a única pessoa que poderia ter descoberto sobre as horcruxes seria ele mesmo. Ele saberia que tinha sido Dumbledore mesmo se não houvesse bilhete nenhum e medalhão falso nenhum.
O que Dumbledore fez foi escrever um bilhete com as iniciais do homem que Voldemort tinha matado, para lembrá-lo disto e mostrar que Dumbledore sabia disto.

Uma outra alternativa, talvez mais verossímil, é que Dumbledore tivesse levado o bilhete e o medalhão falso apenas para, no caso de algo dar errado (como aconteceu), o bilhete servir de disfarce com seu plano de dar o mérito a Regulus.
Além disso, se no caso muito improvável, mas possível, de alguém mais visitar a caverna, a pessoa pensaria que quem roubou o medalhão foi R.A.B.



- Qual é a história que Dumbledore conta a Kreacher?

Minha intenção foi que todos entendessem que essa história é a que Kreacher conta no livro para o trio. No entanto, se não fui clara, estou explicitando agora.

- O que aconteceu com o medalhão após ele ter sido roubado por Mundungus?

O que Mundungus disse no livro. Ele estava vendendo e Umbridge pegou. A partir daí tudo segue exatamente como é descrito no livro.

-

FIM. :)

Parabéns, e obrigada, a quem ler isto até o fim. xP
Digam o que acharam, se não houver comentários vou entender que ninguém teve tanta paciência. Huhauhah!

__

Beijos,
Claudia.

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[agora não continua]




- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 18h44
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Uma outra visão sobre R.A.B. - Parte V

___Escritório de Minerva Macgonaggall em Hogwarts, aproximadamente um ano após a morte de Albus Dumbledore___

Kreacher e o Dumbledore do retrato estavam conversando.
“Sim...então, afinal, tudo se saiu como havia planejado.”
“Exato, senhor... Mestre Regulus foi vingado e ficará lembrado como alguém que combateu o Lord das Trevas, mesmo que...”
“É o que ele acabaria fazendo se tivesse tido mais tempo, Kreacher, ainda que não, acredito, em proporções como esta.”
Eles ficaram em silêncio por um tempo, até que Kreacher fez uma pergunta.
“Senhor...porque o senhor resolveu me perguntar como o Mestre tinha morrido? Como chegou à conclusão de que ele estava envolvido com este medalhão?”
“Ah, Kreacher, eu tenho imensa gratidão por ter sido agraciado com uma mente prodigiosa que às vezes surpreende a mim mesmo. No entanto, no caso, foi apenas uma questão de forçar um pouco a memória para recordar de que Comensais haviam morrido ou desaparecido em circunstâncias misteriosas naquela época.”
Mais silêncio, novamente quebrado por Kreacher.
“Senhor...eu não sei se posso perguntar e nem se o senhor irá responder...”
“Diga, Kreacher.”
“Porque...porque o senhor fez tudo isso? Podendo ter ficado com os créditos desse feito para o senhor...porque deixá-los para o Mestre Regulus?”
“Ah, Kreacher...digamos que, algumas vezes, se você não quer que alguma pessoa saiba de algo, o melhor é que o menor número possível de pessoas saibam. Mas, mesmo que não houvesse esse motivo...o seu senhor era uma pessoa de, eu diria, boas intenções, a quem faltava um pouco de força e coragem, apenas. Então, porque não agracia-lo com este feito? A mim é algo que não faria diferença...digamos que eu já chamo atenção demais sem que as pessoas saibam disto.”
E Kreacher sorriu, pela primeira vez em muito tempo.

__

[continua]

- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 18h40
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Uma outra visão sobre RA.B. - Parte IV

___Caverna perto do mar, aproximadamente quinze anos antes da morte de Albus Dumbledore___

“Você está pronto para fazer o que tem que fazer, Black?”
“Sim, senhor...claro, senhor.”
“Muito bem. Você sabe, você pagará um preço, mas depois será reconhecido como um dos meus mais fiéis seguidores.”
“Sim, mylord...eu sei, e fico muito honrado.”
“Muito bem, então. O que você tem que fazer é beber essa poção.”
“Beber...? Será...será muito penoso, senhor?” Ele parecia mais amedrontado que nunca.
“Eu achei que você tinha concordado em pagar um preço? Ou beber uma poção não é um preço que você pagaria por um dos mais altos cargos a meu lado?”
“É...claro que é, meu senhor, perdoe-me. Será feito.”
Regulus Black se aproximou da vasilha, e, com a taça que ali estava, bebeu uma, duas, três vezes, e parou.
Voldemort o fez continuar, até esvaziar a vasilha. Regulus Black caiu então no chão, quase sem consciência do que estava acontecendo à sua volta.
“É...funciona” disse o Lord. “Agora me vou, Black...tenha uma boa morte.”
“Você disse...você disse...água...”
“Ah Black, você teve mesmo a ingenuidade de pensar que eu daria um alto cargo a um ser desprezível como você? E fique feliz que o Lord das Trevas é misericordioso, e não te darei água.”
Regulus continuou resmungando palavras incompreensíveis por alguns instantes, à medida que o Voldemort desaparecia de vista no barco que os havia trazido, primeiro a ele, depois ao Lord. À uma altura em que o barco já não era mais visível, ainda murmurando coisas quase incompreensíveis, ele acabou chamando o único ser que poderia chegar até ele.
“Kreacher...”
CRACK, e um elfo apareceu na caverna, aparentando não muito mais novo do que na primeira vez em que contaria a alguém o que estava para acontecer, anos mais tarde.

[continua]


- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 18h38
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Uma outra visão sobre R.A.B. - Parte III

___Torre de Astronomia em Hogwarts, alguns dias depois da morte de Albus Dumbledore___

Kreacher adentrou sorrateiramente a torre vazia. Andou algum tempo por ela, atentamente, como se estivesse procurando algo.
“Uma lajota solta...foi isso que o velho disse.”
E então ele encontrou. Ele tirou a lajota, e pegou o objeto que lá repousava, com um cuidado que não utilizava com nada menos que os objetos pessoais dos senhores.
E então guardou debaixo da sua tanga velha.
Kreacher não se sentia feliz assim há meses...
“Pena que não o terei para sempre” pensou ele. “Pena que um dia irão buscá-lo...e eu terei que dá-lo para aquelas pessoas indignas...mas é pelo bem da reputação do mestre Regulus. É para um bem maior.”

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___Grimmauld Place, algumas semanas após a morte de Albus Dumbledore___

Kreacher estava definitivamente mau-humorado. Mais que isso, muito mais; ele estava furioso.
“Aquele ladrão imundo...como ousa ele vir aqui e roubar os pertences do meu mestre?! Ainda mais aquele... mas ele há de me pagar. Mundungus Fletcher há de pagar.”

[continua]


- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 18h37
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Uma outra visão sobre R.A.B. - Parte II



_______Sala de Albus Dumbledore em Hogwarts, alguns dias depois_______

“Kreacher, poderia vir até minha sala por favor?”
O elfo apareceu com o som característico.
“Sim, senhor? Deseja algo?” Ele parecia assustado e atemorizado que o diretor lhe pedisse para repetir a história, ou mesmo que tocasse no assunto.
“Muito obrigada novamente, Kreacher, por sua prestimosidade. (?) Mas fique tranqüilo, hoje não há nenhuma pergunta. Hoje eu gostaria de lhe fazer uma proposta.”
“Uma proposta, senhor?”
“Sim, uma proposta...que sim, - acrescentou o diretor, como se lesse a pergunta nos olhos do velho elfo - tem relação com as circunstâncias que envolveram a morte de seu Mestre Regulus. – Kreacher pareceu apreensivo. – Mas não se preocupe, não teria a indelicadeza de lhe pedir para repetir a história, nem teria sido tão desatento à ela na primeira vez em que a contou para que necessitasse ouvi-la de novo. Não, é relacionada, mas não é isso.”
O elfo pareceu um pouco menos receoso, mas não totalmente, e esperou que Dumbledore continuasse.
“A proposta que tenho a fazer é praticamente lhe pedir um favor...com a diferença que, fazendo o que lhe peço, você estará não só evitando que seu senhor tenha morrido em vão como fazendo com que seu nome fique na história por um grande feito.”
E, pela primeira vez, Kreacher pareceu interessado.
“E o que...o que eu teria que fazer, senhor?”
“Bom, é possível que você nem tenha que fazer nada. Mas há a possibilidade de ser necessário, então lhe darei as instruções. Está de acordo?” (off: vontade de colocar um “Topa?” aqui, ahuahuhaha, seria bem Ledo Engano).
“Bom...Kreacher quer antes saber o que teria que fazer, para aí pensar, senhor.”
“Muito bem. Então lhe direi o que seria. Você está lembrado, Kreacher, que o seu senhor lhe falou de um medalhão?” Kreacher assentiu. “Bem, ele não estava delirando naquela hora. Há realmente um medalhão envolvido nesta história – e, aliás, ele tem importância fundamental nela. O que eu gostaria que você fizesse é que, se algum dia alguém, (e nesse “alguém”, só para especificar, não estão incluídos Comensais da Morte, nem possíveis aliados do Lord das Trevas) lhe perguntar sobre a morte do seu senhor Regulus ou sobre este medalhão, você não deve contar a versão que me contou.”
“Não, senhor? O que deveria dizer, então?”
“Bem, este é o ponto. O que você dirá é a versão que lhe direi agora...”.
E Dumbledore lhe disse. E Kreacher aceitou.
“Apenas isso, senhor?”
“Não, Kreacher, na verdade há um outro detalhe importante.”
“Sim, senhor?”
“Eu me lembro, Kreacher, de que no ano passado, em Grimmauld Place, Sirius me contou que, na limpeza de casa, eles haviam achado um medalhão que aparentemente ninguém conseguia abrir. Você por acaso preservou este medalhão entre seus bens?”
“Eu...bem, sim, senhor. Mas ele é muito importante para mim, é a única lembrança do Senhor Regulus que me restou. Era um objeto muito valioso para o senhor, e, bem, ele me contou uma vez, senhor, que era uma réplica muito semelhante da conhecida Relíquia de Slytherin.”
Dumbledore deu um sorriso quase imperceptível.
“Bem, Kreacher, eu imagino que ele deva realmente ser de inestimável valor sentimental para você. No entanto, terei a indelicadeza de lhe pedir que o traga para mim. Este objeto, infelizmente, tem importância fundamental em meu plano. Mas sabe Kreacher, eu creio poder afirmar quase com certeza que me entregar o medalhão para que eu possa seguir com o que combinamos da melhor forma possível irá beneficiar muito mais o senhor Regulus do que guardá-lo consigo. ” O diretor olhou para o elfo por cima dos óculos de meia-lua daquela forma tão característica.
Kreacher ficou alguns momentos calado, e então assentiu, dizendo que traria o medalhão para o diretor.
“Muito obrigado. O seu senhor teria orgulho e gratidão por você.” O elfo olhou intrigado. “Sabe, Kreacher, eu creio que, nos momentos da morte, o que Regulus Black mais queria é ter sua honra novamente...e você irá proporcionar isso a ele.”

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_____Torre de Astronomia em Hogwarts, noite da morte de Albus Dumbledore______

Dumbledore estava lá, fraco e desarmado, com um olho onde sabia que Harry estava, preocupado com o menino e com os pensamentos passando tão depressa que ele quase não conseguia acompanhá-los, tentando ganhar tempo para fazer o que devia fazer antes que alguém mais chegasse.
“É esta a noite...é esta a hora. Logo hoje! Logo agora que consegui o medalhão...e nem contei a Harry...preciso escondê-lo aqui...”
Dumbledore escorregou em direção ao chão. Quando estava perto o suficiente, e disfarçando o máximo que pôde, enquanto falava sobre tudo que conseguia para distrair o garoto que pretendia o matar, ele levantou uma lajota solta no chão, embaixo de onde havia uma cavidade,e lá colocou o medalhão, a tampando novamente com a lajota.
Mal tinha acabado de fazê-lo quando Severus Snape apareceu no portal.


- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 18h34
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Uma outra visão sobre R.A.B.

Olá gente ^^


Bom, se você não gostou de R.A.B. em DH (ou de DH como um todo...), este post é para você.

Este é um texto baseado na teoria “O porquê da teoria R.A.B. = a Albus Dumbledore”, de Eduardo e Gabriela, postado na comunidade “Quem é R.A.B.” É recomendável a leitura da teoria primeiro.
Está neste link: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=4152126&tid=2441500232014743496
Em suma, ela diz ela diz que ninguém tinha ido à caverna antes de Dumbledore e Harry. Dumbledore levou o medalhão verdadeiro consigo e o falso, assinado como "R.A.B.", ele iria deixar na vasilha para enganar Voldemort, mas devido às circunstâncias não o fez. Claro que para entender direito a teoria (e perceber sua genialidade =p) é necessário ler ela inteira, com seus argumentos, etc.
Isto é uma tentativa de juntar essa teoria ao que JK fez com essa resposta no livro, resposta essa, a meu ver, de uma obviedade e tolice completas.


Antes, alguns avisos:

- Creio que não preciso avisar que terá spoilers, né? Bom, se for preciso, NESTE TEXTO TEM MUITOS SPOILERS SÉRIOS.
- É um texto longo, ou seja, pra quem tiver interesse e paciência. =p
Por isso, será dividido em vários posts, pra não ficar tão cansativo.
- Isto obviamente não tem a intenção de se passar por verdadeiro. É verdadeiro para mim, e se for para você, ótimo, se não for, não há problemas.
- É improvável? MUITO.
- Verossímil? Provavelmente você não achará.
- É sério? Sim.
- Porque está na forma de uma fic? Achei mais interessante que em teoria.
- Porque eu fiz isso, afinal? Para mostrar minha indignação e decepção em relação a verdade sobre R.A.B. mostrada a nós em DH, e, na verdade, ao livro todo em geral. Tentei ajustar o que JK fez com essa teoria que considero a mais brilhante já feita.
- E espero que gostem =)



Uma outra visão sobre R.A.B. - Parte I

____Sala de Albus Dumbledore em Hogwarts, alguns meses antes de sua morte____

Albus Dumbledore estava sentado em sua cadeira, o olhar perdido e os dedos juntos em direção ao teto. Estava assim há algum tempo já, quando pareceu tomar uma decisão.
“Kreacher, gostaria que viesse à minha sala, por favor”, disse. CRACK! Um pequeno elfo-doméstico aparatou em seu escritório, com a usual tanga velha.
“Chamou, senhor?”
“Sim, Kreacher. Gostaria de lhe fazer uma pergunta.”
“Estou às ordens, senhor”, respondeu o velho elfo, embora suas feições mostrassem que ele se encontrava ali a contragosto.
“Muito bem. Eu gostaria de saber, Kreacher...” continuou “Gostaria de saber como foi que o senhor Regulus Black morreu.”
Kreacher pareceu assustado e surpreso.
“Kreacher não sabe nada disso, senhor. Só sabe que ele desapareceu, infelizmente, isso acabou com a pobre senhora...”
“Kreacher” o diretor disse, “Isso que estou lhe perguntando é de extrema importância. E, para o caso de você não estar muito disposto a me contar a verdade, talvez eu deva lembrá-lo de que, como você agora trabalha na escola, eu, na posição de diretor de Hogwarts, tenho o direito de lhe dar ordens. No caso, uma vez que um pedido não fez efeito, serei obrigado a lhe ordenar que me responda a verdade.”
O elfo pareceu ultrajado e começou a resmungar.
“Está...está bem. Kreacher vai contar, por pior que seja lembrar disso. Kreacher não sabe exatamente o que aconteceu. Só que estava em casa e de repente o Mestre Regulus me chamou, e eu aparatei em um local que parecia uma caverna.”
“Uma caverna”, repetiu Dumbledore.
“Sim, senhor, era o que parecia. Kreacher aparatou no que parecia uma pequena ilha no meio da caverna, ao redor havia um enorme lago negro. Havia também o que parecia uma vasilha alta, e no chão estava...no chão estava...” e seus olhos pareceram marejados de repente.
“O Senhor Regulus”, completou Dumbledore.
“Sim. – ele assentiu com a voz já embargada. – Kreacher n-não entendeu direito o que tinha acontecido...o Mestre apenas estava lá, deitado no chão, parecendo muito mal...”
“E o que ele falou então, Kreacher?” – perguntou Dumbledore gentilmente.
“Ele...b-bem, primeiro eu perguntei o que havia acontecido, e ele disse algo como “a poção”, então...ele pediu por água. – o diretor franziu o cenho. –Ele apontou para uma taça caída no chão ao lado da vasilha...Então Kreacher pegou a taça e encheu com a água do lago para dar para o senhor beber, mas então aconteceu...” Ele parecia mais assustado que nunca, e agora lágrimas definitivamente escorriam pelo seu rosto.
“Sim?”
“Aqueles seres horríveis...n-nem vivos, nem mortos...começaram a sair do lago, e então...então...”
Ele parou, olhando paralisado o nada, lágrimas ainda escorrendo por seu rosto, e Dumbledore, que pareceu ter compreendido alguma coisa após a última declaração do elfo, esperou até que ele se recuperasse para acrescentar:
“E então? Ele ordenou que você voltasse?”
Mas essas palavras pareceram piorar de vez a situação. Kreacher caiu num choro copioso e desesperado, e por mais que Albus fizesse para tentar acalmá-lo, isso levou algum tempo, até que o elfo falou, ainda aos arrancos e com a voz embargada.
“S-sim...Quando o Senhor Regulus viu o que estava acontecendo, disse a Kreacher para voltar, mas Kreacher disse que n-não, que nunca ia deixar o senhor Regulus lá, sozinho, para m-morrer – ele deu um grande soluço. – Mas o senhor ordenou novamente, e eu não tive escolha. Kreacher mau! Kreacher deixou o mestre Regulus morrer! Kreacher é quem devia ter morrido, no lugar do mestre Regulus! – e de repente ele foi até a parede, onde começou a bater sua cabeça, resmungando palavras como essa. Dumbledore se apressou a fazê-lo parar, e quando o elfo o fez, o diretor lhe disse:
“Desculpe-me importuná-lo com isso, Kreacher. Sei que deve ser realmente penoso para você recordar esses momentos tão infelizes. No entanto, eu tenho uma última pergunta, muito importante.”
Kreacher ficou em silêncio, apenas soluçando, e Dumbledore prosseguiu.
“O senhor Regulus disse alguma outra coisa além disso que você me falou?”
Kreacher permaneceu em silêncio por um instante, e então respondeu.
“S-sim...ele disse...Kreacher não entendeu muito bem, ele parecia estar d-delirando...Q-quando os seres estavam se aproximando, e o senhor me mandou ir embora, eu lembro que ele me pediu para avisar o outro filho da Senhora, o traidor do sangue...mas Kreacher não fez isso, o senhor estava delirando, ele nunca ia ter pedido pelo irmão traidor.”
“Algo mais?”
“S-sim...ele mencionou...um medalhão, foi o que pareceu...”
“Um medalhão? Você tem certeza?”
“Kreacher não...s-sim, foi um medalhão, Kreacher tem quase certeza. O Mestre disse ‘Avise Sirius...o medalhão...’ e então me mandou ir.”
“E isso é tudo?”
“Sim, senhor, isso é tudo.” O elfo parecia esgotado.
“Muito bem, Kreacher. Agradeço seu depoimento, ele foi de muitíssima ajuda em algo muito, muito importante. Não irei lhe importunar mais, por hora. Pode voltar às cozinhas.”
“Muito obrigado, senhor. Estou às ordens.”
E com um outro CRACK, ele desapareceu.
Mas o diretor estava certo em acrescentar o “por hora” em seu agradecimento, pois poucos dias depois ele viria a chamar o elfo em seu escritótio novamente. E, durante esses poucos dias, Albus Dumbledore pensou e pensou...


[continua]

- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 18h31
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parabéns pra você...

nessa data querida...*ba,bla,bla* muitos anos de vida!!!

 oi gente!Aqui é a Valdie,postando aqui pela primeira vez na vida...passei só pra dizer que a FANLIPWA tá fazendo aniversário!

parece que foi ontem que a gente criou a FANLIPWA,houve várias reuniões super divertidas,e todo mundo reunido pra bolar o site...mas como nada é perfeito tivemos alguns problemas e o site não rolou

mas ficamos felizes de ter só um blog humilde desde que a FANLIPWA continuasse de pé!

eu sempre fiquei sem graça na hora dos parabéns mas agora fico muito feliz,porque a FANLIPWA está a um ano de pé e espero (sinceramente) que ela sobreviva muitos,muitos,muitos,muitos,muitos,muitos e muitos anos!

 

Valdie. 



- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 17h37
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Resenha de "Lições de Vida"

Assisti “liçoes de Vida” semana passada (OH!). Primeiro muito obrigado a Bruna por ter me mandado o filme; agora vamos la.
Dotado de um enredo um tanto quanto “Seção da Tarde”, “Lições de Vida” é um filme encantador. O diretor Jeremy Brock deu ao filme um estilo um tanto cult priorizando as câmeras paradas e os diálogos longos carregados de carência.
A trilha sonora é simples, mas da as cenas um toque de sensibilidade quase comovente. As locações são simplesmente esplêndidas (alias, parabéns ao diretor de fotografia).
A interpretaçao de Rupert Grint está maravilhosa. Vê-se de longe seu amadurecimento como ator; ele abandonou de vez suas caretas e com olhares tristes e perdidos fez de Bem Marshall o menino mais fofo que eu já vi (da ate vontade pegar no colo). Julie Walters foi tão sutil e natural em sua interpretação que qualquer um, depois de ver o filme, vai querer uma amiga como Evie. Já Laura Linney, apesar de boa atriz, não convenceu muito com seu sotaque inglês.
Mas este é um filme com tantas coisas boas para se ver e ouvir que isso não afeta muito.
Para quem não viu, veja o mais rápido possível (rupert sem camisa é tudoooooooo). Para quem viu veja de novo, garanto que não vão se arrepender.

Lalá!

- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 21h47
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Homenagens e dica

Primeiro, atrasado mas ta valendo: Ontem seria aniversário do Richard Harris! Ele faria 77 anos.

Acho que todos que vêem aqui sabem COMO ele era perfeito e sente muita falta dele.

Por isso uma homenagem mais que merecida a ele aqui.

 

*Um minuto de silêncio*

 

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Agora, algo mais cômico.

 

Uma máscara de comensal está sendo vendida. É, vocês leram certo. A loja NECA (http://www.necaonline.com/) está vendendo uma réplica da máscara usada por Lucius Malfoy no filme OdF.

 

Olha só o Bryan hein!    Estão vendendo suas grifes, parabéns!

Agora, Bryan, não é por nada não amigo, mas uma dica aqui ó: não deixe seu trabalho por aí não!

Estão usando-o sem sua permissão até onde sei.    Peça seus royaltys!

Beijosmeliga.

 

Claudia

 

 



- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 21h38
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- Ontem foi realizado o lançamento da versão ucraniana de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Гаррі Поттер та Смертельні реліквії - em Kiev, capital da Ucrânia. (É piada, isso? Sério, gente, tentem pronunciar "Гаррі Поттер та Смертельні реліквії". Mas tem que ser rápido e com farofa na boca) Estiveram presentes o tradutor, a ilustradora e o presidente da editora A-BA-BA-HA-LA-MA-HA. (É ucraniano mesmo ou árabe? Habibiii, habibiiii... O.õ)

FONTE: O bom (nem sempre) e velho Potterish

 

- Novamente o blog da MTV norte-americana foi atualizado para falar de Harry Potter! Dessa vez é uma pequena entrevista com o ator Daniel Radcliffe, na qual ele fala sobre a sua ansiedade de começar a filmar Enigma do Príncipe. Vejam abaixo:

"Eu realmente estou esperando filmar a caverna e todas as coisas de lá com o lago e os Inferis." Radcliffe se entusiasmou "Eu e Gambon andando de barco por alguns dias... Vai ser maravilhoso!"

(No meio da caverna, ao invés daquela poção verde, vai ter um jantar a luz de velas esperando os dois. ¬_¬)

FONTE: Potterish denovo

 

- Trecho da entrevista do Dark Horizons (Seja o que isso for) (Oh, Carol, é um Horizonte Negro, né? Dããã...), onde Jim (Broadband, futuro Professor Slughorn, mais conhecido como Tio Fofin) fala naturalmente sobre o papel no sexto filme.

DH: Quem é você? (¬_¬)
Jim: Quem sou eu? (Perguntinha canastrona, né, Jim?) Ele se chama Horácio Slughorn. (Nãããão, mentira! ¬_¬) Ele é um professor de magia aposentado que é chamado de volta à ativa pois possui alguns segredos que eles precisam na batalha contra os Comensais e ele é quase que um caça-talentos como professor e ele volta a trabalhar pois gosta de encontrar alunos famosos, e ele é chamado de volta por Harry. (E záz, e záz... *aquela que é fã de Chaves*)

DH (Deathly Hallows? O.õ): Você leu o livro?
Jim: Sim, sim, sim. Não li todos eles, mas li o meu. (MEDO dessa Gambon-vibe)

FONTE: Oclumência.

 

- Chave de Ouro: Um mico para toda vida.

http://wwws.br.warnerbros.com/decemberboys/?frompromo=home_maintout_umverao

Sem comentários. Entrem no site e divirtam-se (no mais cruel sentido possível).

Outro dia eu apareço com mais notícias "emocionantes" pra vocês. Beijos.

Carol!

 



- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 14h41
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É com grande pesar...

...que damos a notícia de que o projeto do site Por Merlin foi abandonado.
Devido a alguns contratempos, e ao fato de que esse projeto parece meio fora de contexto agora que DH foi lançado, resolvemos que era melhor esquecer essa idéia.
*Um minuto de silêncio pelo site*

No entanto, ainda temos este blog e o nosso flog (http://www.fotolog.com/fanlipwa).

Então, bola pra frente, família, e vamos movimentar mais os dois! =)

E vocês, que costumam dar uma espiadinha aqui de vez em quando, obrigado pela força, e continuem acessando o blog e, agora, o fotolog! =D

Abraços da equipe F.A.N.L.I.P.W.A.
:)

- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 15h48
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MEDO MESMO!!!!

 Estava pensando aqui: A situação pode piorar nos filmes de HP. Apesar da brincadeira que faço em questão da afirmação "Sex, drugs and Rock Roll, tenho medo do que isso nos reserva nos filmes. Sem contar que, pesando bem, esse filme tem base o último filme de HP. Por mais, que eles tentam nos fazer a acreditar que os filmes são baseados nos livros, temos que admitir que os filmes se baseiam nos filmes mesmo.

Espero que não seja uma depressão como foi o 4º filme (acho que todo mundo sabe que eu ODEIO¹²³³ esse filme!

Beijos familía e vamos trabalhar né?! O livro acabou, porém a comédia e a alegria continua

Post de Kika \o/  



- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 13h42
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Não liguem, amiguinhos... Vocês ainda têm as fanfics!

Carol!



- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 13h50
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Só uma um foto-novela...

URGENTE: NO MUNDO (confuso agora, porque ainda estou tonta do filme¬¬) HP, Daniel revela o seu segredo:

C'est la vie, n'est pas?

Érika

ps: essa foto foi retirada desse vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=5c09aPfflwE. Eu apenas modifiquei o que estava escritos nos balões



- Postado por: F.A.N.L.I.P.W.A às 18h22
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